terça-feira, agosto 01, 2017

Loft


 Hoje vou falar do meu sonho de consumo que é morar em um LOFT. 



Um loft (palavra que significa "depósito" ou "sótão" em inglês), é um tipo de apartamento  criado a partir da compartimentação de um grande espaço coberto, sem divisórias.

 Os lofts têm projetos arquitetônicos inspirados no estilo de morar que nasceu em Nova York na década de 1970. Lá, velhos galpões e armazéns de edifícios foram reformados para servir de moradia para profissionais liberais, artistas, publicitários e executivos.


Os lofts de Nova York eram conhecidos por não terem paredes dividindo os ambientes, pelos mezaninos de madeira ou ferro e seus grandes elevadores de carga, além de pés-direitos altos e grandes janelas. Os espaços foram concebidos com inspiração nos lofts criados pelo arquiteto francês Le Corbusier, na década de 1920. Com inspiração nos antigos estúdios de Paris.
No Brásil na década passada depois que o mercado de flats se consolidou na ocupação, a leva de executivos cada vez mais jovens que deixavam a casa dos pais para morar sozinho incentivou novos segmentos imobiliários no País. Agora, ele cresce a passos largos.

O primeiro loft construído no Brasil foi o empreendimento São Paulo I, da Stan, localizado no bairro do Morumbi. Aqui exatamente como nos Estados Unidos, os lofts são construídos apenas em bairros nobres de São Paulo, entre eles, Itaim, Morumbi, Vila Madalena, Jardins, Vila Nova Conceição e Alto de Pinheiros.

Loft e open-space


O conceito de loft (que frequentemente confundimos com o de simples open-space) está associado à altura dos tectos. Loft é um espaço aberto com um pé-direito generoso que, por norma, inclui um entrepiso ou mezanino. Embora existam lofts projectados de raiz, a maior parte resulta do aproveitamento de construções antigas cuja função original não era a habitação, como acontece na emblemática fábrica das lâmpadas em Lisboa.












segunda-feira, julho 31, 2017

Porcelanato Líquido e Piso 3D







O porcelanato líquido, também conhecido como piso epóxi, vem conquistando um espaço cada vez maior nos projetos arquitetônicos e de decoração brasileiros.

Suas duas principais características são o altíssimo grau de brilho e a ausência de emendas: seu acabamento é perfeitamente liso.

Apesar de já ser utilizado há mais tempo em ambientes públicos, institucionais e comerciais (lojas, hospitais, indústrias, cozinhas, quadras esportivas, etc) ele agora começa a ser utilizado em residências de alta classe.

Isso acontece porque os fornecedores requerem aplicação mínima de 100 metros quadrados, o que em geral caracteriza imóveis mais caros e extensos.

No entanto com a rápida popularidade do piso epóxi a tendência é que a exigência de metragem mínima caia, assim como os preços.




Como Funciona o Piso Epóxi ou Porcelanato Líquido


O piso epóxi monolítico não apresenta rejuntes

O porcelanato líquido é um sistema de impermeabilização e acabamento para pisos. Trata-se de uma resina à base de plástico termofixo – ou seja, ele endurece quando adicionado a outros agentes químicos, formando a camada do revestimento epóxi.

Essa manta líquida é aplicada sobre o piso já existente, conferindo atributos de uniformidade, brilho e impermeabilização.

O piso epóxi pode ser: 

Multilayer, ou monolítico: não apresenta rejuntes, trincas ou emendas;

Decorativo: com estampas, padrões, cores e desenhos. Aqui entra a variação 3D e 3D líquido;

Espatulado: muito usado pelas indústrias, pois é resistente a grandes pesos, tráfego excessivo, arraste e produtos químicos;

Auto Nivelante: não possui juntas de dilatação. Indicado para áreas de alto tráfego;

Poliuretano: indicado para áreas internas e externas com bastante circulação. Resistente a raios UV.


É muito importante não confundir o piso epóxi (ou revestimento epóxi) com a tinta epóxi: o primeiro é mais espesso e resistente.

Vantagens do Porcelanato Líquido


Por não possuir rejunte, o porcelanato líquido confere maior uniformidade ao ambiente; somado ao seu alto brilho, o efeito final é bastante leve e sofisticado.

A impressão é a de que o cômodo é mais amplo – sem contar com o fato de que a ausência de emendas evita o acúmulo de sujeiras e fungos.

O piso epóxi é de fácil manutenção, além de ser bastante resistente e durável.

Pode ser aplicado sobre contra-pisos, pisos frios ou até mesmo de madeira. Para isso, a superfície não precisa ser totalmente lisa.

Para conseguir um efeito perfeito do porcelanato líquido para o piso da sua loja ou residência, não dispense a participação de um arquiteto ou decorador.


Porcelanato 3D líquido.


A última moda em porcelanato líquido decorado é o piso 3D líquido.

Conhecido internacionalmente como 3D liquid flooring (ou piso líquido em 3D), ele é caracterizado por imagens hiperrealistas do fundo do mar, como golfinhos, corais, tartarugas marinhas, peixes, tubarões, ondas e areia.

A impressão é a de que se está caminhando sobre a água.

A técnica foi inventada em Dubai, Emirados Árabes, a partir de uma impressora especial capaz de reproduzir em grande escala o desenho escolhido.

Após instalar a ilustração no piso ou parede, aplica-se a resina de porcelanato líquido e um verniz, que só aumentam o efeito líquido.


Porcelanato líquido decorado



A limpeza do dia-a-dia deve ser feita com detergentes neutros. Não use abrasivos.

A primeira limpeza deve ser feita 24 horas após a instalação.

Faça revisões dentro da periodicidade recomendada pelo fornecedor. O desgaste natural do piso pode exigir uma nova aplicação na área.

Evite arrastar móveis e objetos pesados sobre o piso epóxi: ele pode trincar. Proteja os pés com adesivos de feltro para esse fim.

Se o piso trincar, isole o ponto danificado, recolha o material lascado e solicite a visita de empresas especializada.

Fonte de referência: Masterplate – especializada em pisos epoxis, resinados e de concreto polido.

Arquitetura industrial








A arquitetura das indústrias americanas foi muito importante para o desenvolvimento do estilo industrial, seguindo traços rústicos e, ao mesmo tempo, modernos.


As características do estilo tendem a transmitir conceitos mais rígidos e aparentemente menos aconchegantes. Por isso, muitas vezes pode ser difícil encontrar o equilíbrio entre a estética industrial e a elegância.

Porém, vale a pena apostar na tendência para alcançar o visual industrial chique e construir espaços charmosos e contemporâneos.

Pensando nisso, separamos as principais características que podem ser aproveitadas,

O estilo industrial



A tendência urbana começou no meio do século XX, por volta de 1950. A cidade de Nova York foi o palco para a expansão do estilo industrial, que surgiu com o aproveitamento das instalações de fábricas, galpões e garagens.

A estrutura rígida das construções também era bruta, isto é, sem revestimentos e com as instalações elétricas e hidráulicas aparentes, contrastando com o visual protegido e acomodado do interior das estruturas residenciais e comerciais mais tradicionais.

A proposta era, justamente, empregar tais espaços em uma nova modalidade de moradia: os lofts. As estruturas amplas permitem espaços integrados e com ar moderno, fora do padrão.
Características marcantes

O estilo pode ser reproduzido de várias maneiras, permitindo inúmeras releituras e podendo ser adotado em todos os ambientes de uma residência, por exemplo — sem contar com as aplicações em edifícios comerciais e escritórios.

O industrial transita entre o estilo clássico antigo (com o uso de tecidos e modelos de móveis tradicionais), as mobílias mais rústicas (inspiradas do estilo country e próprio das indústrias norte-americanas), e os elementos modernos (coloridos e metalizados em desenhos geométricos e arrojados, trazidos do cotidiano urbano).

Em termos gerais, podemos destacar a exploração de plantas livres e a criação de espaços totalmente integrados, a aplicação de revestimentos tradicionais e rústicos, como tijolos, concreto e acabamentos naturais.

Também fazem sucesso as tubulações aparentes, citadas anteriormente, em combinação com o piso em concreto, madeira ou cimento queimado. Mantendo a estética industrial, as janelas e portas permanecem grandes e amplas, feitas de materiais como ferro, madeira e vidro, valorizando a luz natural e a iluminação do espaço.

A decoração fica por conta de promover o ar vintage com móveis em madeira e metal, além de elementos utilizados nas fábricas, como luminárias pendentes, luminárias em trilhos, estantes de aço, baús, barris, cordas e caixotes ou pallets.


Dicas e inspirações

A estética diferenciada pode se tornar um desafio quando consideramos a elaboração de espaços práticos e elegantes. Confira as dicas para alcançar a harmonia entre o estilo, a funcionalidade e a beleza do espaço:

1. Minimalismo + Industrial

O minimalismo é reconhecido mundialmente como um estilo clean que promove a redução dos artigos de decoração e a valorização dos detalhes, que guia também o design simplificado de algumas peças.

Aliando os princípios da arquitetura minimalista e as características industriais, invista em poucos móveis do estilo, selecionando aqueles que realmente fazem a diferença e garantem o charme.

Com o lema “menos é mais”, o ambiente não fica carregado com muitas informações, apresentando mais suavidade e sofisticação. Não se esqueça de valorizar móveis funcionais e versáteis.



2.0 High-low

Derivada do mundo da moda, a decoração high-low mistura e equilibra artigos de alto valor agregado com itens comuns e acessíveis, muitas vezes antigos ou garimpados.

Essa contraposição pode ser utilizada para garantir a sofisticação em ambientes industriais. Isto é, a harmonização entre as peças industriais e os elementos mais rebuscados e finos adapta o estilo à decoração cotidiana e mais elaborada.

Os ambientes que apostam no charme do contraste também aproveitam peças que combinariam melhor em outro contexto, mas que se tornam notáveis quando misturadas. Esse efeito pode ser criado com a oposição dos itens decorativos e a aparência crua do espaço.

Mas é preciso ter cuidado para assegurar que as peças conversem entre si e para não exagerar na quantidade de itens.

3. Trabalhe com materiais variados

Seguindo a variedade do high-low, a aplicação de diferentes materiais pode garantir um toque a mais de sofisticação e de bom gosto.

Entre os materiais mais utilizados no estilo, destacam-se os tecidos como a sarja e o couro, que apresentam estruturas mais sólidas e resistentes. Os móveis, em geral, são de ferro e de madeira, mas, para variar, podem ser de aço corten e inox. Eles também apresentam características mais despojadas, ou seja, superfícies desgastadas e mais antigas.

Você pode acrescentar uma variedade de materiais — como tipos de vidro, amadeirados, tecidos de pelos sintéticos, plástico, cortiça e cobre —, a fim de ampliar as sensações e personalizar o espaço.

Para aproveitar bem os materiais, o legal é investir em alguns móveis com desenhos diferenciados e arrojados, fugindo dos modelos mais simples.

Outra dica é construir o espaço com móveis que não tragam um aspecto muito pesado. Os mais indicados têm design reto, com traços geométricos ou formatos clássicos.
4. Invista nos revestimentos para piso

A decoração sozinha pode não cumprir o papel de transformar o ambiente, por isso, a escolha dos revestimentos tem importante papel na composição do espaço.

O estilo industrial exige pisos com visual mais simples e inacabado. Mas, para garantir mais conforto, o mercado oferece diversos materiais que reproduzem as características visuais comuns da alvenaria, como cimento e tijolos, e que ainda trazem maior durabilidade e segurança.

Os pisos dos ambientes fabris tendem a ser de cimento queimado ou de madeira. Esses dois materiais são facilmente simulados em peças de porcelanato.

O porcelanato amadeirado, inclusive, pode reproduzir uma infinidade de espécies naturais de madeira em formatos de tábuas ou em peças quadradas, e é vantajoso por ser muito mais durável e apresentar alto desempenho.

Para os porcelanatos que reproduzem concreto e cimento queimado, aposte em linhas e materiais que façam uma releitura do estilo aplicado nos anos 60, por exemplo, de forma mais natural e moderna — com nuances e relevos mais suaves e, ao mesmo tempo, característicos do concreto.

O porcelanato é tão versátil que pode reproduzir, também, pedras nobres e materiais metálicos, além de poder ser aplicado em paredes, áreas externas e bancadas (de acordo com as indicações do fabricante).


5. Destaque para as paredes

Tão importantes quanto o piso, as paredes com revestimentos podem mudar o ambiente e fazer a diferença. Apesar de o estilo industrial pedir materiais com aspecto inacabado, as paredes, assim como os pisos, podem aparecer de diferentes maneiras e ainda, garantir a beleza fabril.

Além disso, é possível aplicar revestimentos como tijolos e pastilhas em formatos de blocos ou mesmo não revestir, aproveitando a própria estrutura da construção.

As paredes são espaço para expor obras de arte, peças de decoração e luminárias, que também reforçam o estilo e podem conferir mais elegância. Capriche nesse aspecto!
6. Cores para harmonizar o ambiente

A paleta de cores do estilo industrial conta com colorações e tons neutros, os mais comuns são: branco, cinza, marrom, preto, gelo e bege. Todas essas cores combinam entre si e transmitem a elegância e a sobriedade desejadas. Entretanto, podem deixar o ambiente um pouco sem vida.

Complete o espaço com cores vivas — que podem ser pontos de luz — a fim de conferir personalidade.

Viu como o estilo industrial pode ser chique e elegante? 

sexta-feira, junho 16, 2017

QUARTO MONTESSORIANO


O objetivo do quarto montessoriano é oferecer um lugar com móveis e objetos na altura dos olhos da criança para que ela possa desenvolver a sua autonomia e liberdade com segurança.



No quarto da pequena Alice, a arquiteta Cristiane Passos investiu em uma base neutra com madeira clara (Foto: Andrea Marques//Divulgação NaToca)


Um quarto para bebês, e não para adultos. Essa é a principal premissa de um quarto montessoriano, metodologia de ensino criado pela educadora italiana Maria Montessori, por volta de 1907.

O método prioriza a autoeducação. Ou seja, o quarto deve oferecer elementos – posicionados na altura da criança – que estimulem o desenvolvimento e a autonomia de forma segura para que ela se sinta à vontade para explorar o espaço.





Por isso, ao invés de camas altas, colchões no chão oferecem maior liberdade para os pequenos, que podem deitar e levantar quando quiserem. Os brinquedos devem estar dispostos de forma que a criança possa pegá-los à vontade. Para despertar o interesse e não gerar monotonia, especialistas indicam que eles sejam oferecidos em esquema de rodízio e trocados há cada 15 dias.

Outros elementos importantes na composição do ambiente montessoriano:

Espelho | Para que seu filho possa se reconhecer.Ele deve ser colado em uma placa de MDF ou madeira e preso à parede para evitar que, se quebrar, os pedaços se soltem e machuquem a criança.


Barra afixada na parede | O objetivo é facilitar que a criança fique em pé e comece a andar.


Tapete | Para proporcionar experiências sensoriais para os bebês e delimitar o espaço de brincadeiras para os maiores.


Armário baixo | Armazene neste espaço poucas opções de roupas para que a criança possa escolher com facilidade.


SEGURANÇA


Em um ambiente com elementos ao alcance da criança, a principal preocupação dos pais é com a segurança. Essas precauções que devem ser tomadas:

- Evite móveis ou outros elementos com quinas.

- Não use quadros com vidros. Prefira acrílico.

- Fixe os objetos na parede com fita dupla face. Evite o uso de pregos.

- Tome cuidado com móveis instáveis que possam tombar.

- Esconda e proteja as tomadas.

sexta-feira, junho 09, 2017

Drywall X Alvenaria




Drywall

A execução é rápida, limpa e sem desperdícios – Em apenas dois a três dias, cria-se um novo ambiente, como um novo dormitório ou até um home theater. A quantidade de material movimentada é a necessária para a obra, praticamente não gerando entulho.

As paredes podem ser instaladas em qualquer posição – Como são muito leves, as paredes drywall podem ser colocadas na posição desejada, sem que isso represente qualquer esforço adicional sobre a estrutura.

A montagem é precisa – Como todos os componentes do drywall são industrializados, a sua montagem é feita com precisão dimensional e geométrica: tudo fica no prumo, no nível e no esquadro, sem desvios.

O acabamento é perfeito – A precisão também contribui para a qualidade do acabamento, proporcionando superfícies sem qualquer irrregularidade.

Ganho de espaço – Como são mais delgadas do que as paredes de alvenaria, as paredes drywall proporcionam ganho de espaço nos ambientes em que são instaladas.

O conforto acústico é superior – Os sistemas drywall proporcionam maior isolamento sonoro. As paredes mais simples, com cerca de 10 cm de espessura, têm o mesmo desempenho de uma parede de alvenaria de “meio tijolo” (com cerca de 15 cm de espessura). Para melhorar o desempenho acústico, basta aumentar o número de chapas de cada lado da parede e utilizar lã mineral em seu interior. Uma parede com duas chapas de cada lado mais lã de vidro tem desempenho muito superior ao de qualquer parede de alvenaria.

Reparos são muito simples – O conserto de um vazamento, por exemplo, é feito em muito pouco tempo. Com um serrote de ponta, recorta-se uma “janela” na parede, faz-se o conserto e, em seguida, com o mesmo pedaço de chapa recortado fecha-se a abertura, que é parafusada em dois pedaços de perfis de aço. Em seguida, faz-se o acabamento e a pintura e nem se nota onde foi feito o reparo. Em um ou dois dias, o problema está sanado.

Alvenaria

A execução é demorada e a quantidade de resíduos é grande – A criação de um novo ambiente leva de 15 a 20 dias no mínimo, gerando grande transtorno e sujeira. A movimentação de materiais é grande e cerca de 30% destes viram entulho.

As paredes podem ser instaladas em qualquer posição – Como são muito leves, as paredes drywall podem ser colocadas na posição desejada, sem que isso represente qualquer esforço adicional sobre a estrutura.
Uma nova parede só pode ser colocada em pontos determinados – O peso da alvenaria (6 a 7 vezes o peso do drywall) é um fator limitante. Por isso, uma nova parede só pode ser construída onde houver capacidade para suportar sua carga.

A montagem é precisa – Como todos os componentes do drywall são industrializados, a sua montagem é feita com precisão dimensional e geométrica: tudo fica no prumo, no nível e no esquadro, sem desvios.
A precisão depende da qualidade da mão-de-obra – Se o profissional contratado não for muito bom, o risco de executar paredes, tetos e revestimentos irregulares é muito grande – e aí, na hora de instalar um armário, por exemplo, é aquela ginástica.

O acabamento é perfeito – A precisão também contribui para a qualidade do acabamento, proporcionando superfícies sem qualquer irrregularidade.
O acabamento exige muito cuidado – O acabamento é feito em várias etapas e exige habilidade do profissional, caso contrário haverá irregularidades e trincas.

Ganho de espaço – Como são mais delgadas do que as paredes de alvenaria, as paredes drywall proporcionam ganho de espaço nos ambientes em que são instaladas.

O espaço já conhecido – Quando se substitui uma parede de alvenaria por outra em drywall é que se percebe quanto espaço pode se ganhar.

O conforto acústico é superior – Os sistemas drywall proporcionam maior isolamento sonoro. As paredes mais simples, com cerca de 10 cm de espessura, têm o mesmo desempenho de uma parede de alvenaria de “meio tijolo” (com cerca de 15 cm de espessura). Para melhorar o desempenho acústico, basta aumentar o número de chapas de cada lado da parede e utilizar lã mineral em seu interior. Uma parede com duas chapas de cada lado mais lã de vidro tem desempenho muito superior ao de qualquer parede de alvenaria.

O desempenho acústico depende principalmente da espessura da parede – Para obter o mesmo desempenho de uma parede drywall com duas chapas de cada lado e lã de vidro em seu interior, é preciso construir uma parede de alvenaria com cerca de 30 cm de espessura.

Reparos são muito simples – O conserto de um vazamento, por exemplo, é feito em muito pouco tempo. Com um serrote de ponta, recorta-se uma “janela” na parede, faz-se o conserto e, em seguida, com o mesmo pedaço de chapa recortado fecha-se a abertura, que é parafusada em dois pedaços de perfis de aço. Em seguida, faz-se o acabamento e a pintura e nem se nota onde foi feito o reparo. Em um ou dois dias, o problema está sanado. Reparos causam transtornos – O conserto de um vazamento, por exemplo, é uma fonte de imenso desprazer. Primeiro o barulho da talhadeira e da marreta arrebentando a parede para expor o cano avariado. Depois a sujeira que essa operação produz. E mais sujeira depois, quando é aplicada a massa para fechar a abertura feita na parede e, dias depois, quando é aplicada a massa fina para dar acabamento ao local. Tempo de execução: pelo menos uma semana.

terça-feira, junho 06, 2017

O uso de espelhos para ampliar pequenos espaços






A utilidade clássica dos espelhos continua sendo indispensável a cômodos como quartos e banheiros. Mas por que não aproveitar e agregar outras funções ao seu uso? O acessório cai bem em qualquer lugar da casa e pode ser usado com diferentes objetivos. Seja para valorizar objetos, refletir luz ou ampliar ambientes, a dica deste post é: decore com espelhos.


O uso desse artifício para dar ideia de amplitude a espaços pequenos não é mais novidade. No entanto, é preciso aplicar o truque de maneira correta para que os espelhos possam dobrar os objetos ou espaços, que serão mais bem refletidos para dar o efeito de belineza esperado.

Decore com espelhos em diferentes cômodos

Antes de considerar as especificidades do cômodo no qual o espelho será aplicado, é importante ter sempre em mente que ele deve ser posicionado em frente ao que você pretende destacar.

Mas atenção! Ao escolher o lugar em que deseja colocar um espelho, repare também na parede oposta. Busque sempre colocar na direção do espelho todas essas peças que você pretende destacar e chamar a atenção. O espelho vai dobrar o tamanho do espaço e dar bastante destaque para ele, por isso é de grande importância que o que esteja a sua frente seja tão charmoso quanto ele.
Sala

O uso de espelhos em salas de estar ou jantar pode transformar todo o cômodo. Se você tem uma parede disponível para colocar um espelho grande inteiro, praticamente ganhará um segundo ambiente. Nesse caso, procure instalá-lo em um ângulo de 90º com o chão em uma parede que possibilite refletir a sala inteira.

Se você não tem paredes disponíveis e deseja ampliar o ambiente, pode revestir alguns móveis com espelho ou posicioná-lo atrás de uma TV ou de um aparador. O uso de estantes com espelho ao fundo, por exemplo, é cada vez mais comum nas decorações. Além de ampliar o ambiente, também serve para equilibrar o peso do móvel, dar profundidade a ele e destacar os objetos que ele exibe, como adereços e livros.

Mas se isso não for possível, coloque o espelho acima da mobília, na parte superior da parede. Nesse caso, ainda que não reflita uma área tão extensa, o espelho pode ao menos aumentar o campo de visão da sala, além de destacar os objetos apoiados no móvel.

Quando posicionado acima da altura de uma mesa de jantar, por exemplo, um espelho retangular pode facilitar o alcance visual das pessoas durante refeições. Isso traz perspectivas mais interessantes para a interação de quem está sentado à mesa.

Além disso, a sala costuma ser um espaço privilegiado pelo aspecto decorativo e o uso de espelhos emoldurados pode contribuir para isso. Além de chamarem a atenção para si, podem ser posicionados para dar destaque a objetos específicos, como lustres, vasos e outros ornamentos.





Decoração com espelhos no quarto

Apartamentos mais novos possuem quartos cada vez menores. Para ampliá-los, o espelho pode ocupar grandes espaços como portas de guarda-roupas, paredes atrás da cama ou acima de móveis de cabeceira, por exemplo.

No quarto das crianças, normalmente menor que o de casal, o que resolve facilmente a falta de espaço são os armários com espelhos em suas portas. Além de ampliarem o local, conferem mais alegria ao ambiente, especialmente se o quarto for colorido e iluminado.

Essa também é uma solução conveniente para quartos em que não há espaço para colocar um espelho de corpo inteiro. Basta revestir uma das portas do armário, que pode ser de abrir ou de correr.

Uma dica importante para a decoração com espelhos em quartos é não posicioná-los em frente à cama, pois isso pode gerar desconforto para quem dorme ali. Opte pelo uso sobre a cabeceira, por exemplo. Nesse local, é possível explorar diferentes formatos e estilos para o espelho, o que agrega beleza e sofisticação especialmente a quartos de casal.








Banheiro


Assim como os quartos, a tendência é que os banheiros fiquem cada vez menores e mais funcionais. Normalmente, são estreitos como corredores. Com os espelhos, no entanto, é possível alongar o espaço de diferentes maneiras.

Usá-lo em um dos lados do banheiro já garante a ampliação do espaço, mas também é possível aplicá-lo em diferentes ângulos, dobrando a metragem em mais de um lado do ambiente. Até mesmo a porta do banheiro pode ser revestida por um espelho de corpo.

Para sair do convencional que limita sua aplicação ao término da bancada da pia e a determinada altura, é possível prolongar essas demarcações de duas maneiras. Uma delas é subir o espelho até o teto e a outra é ultrapassar a extensão horizontal da pia de modo a estender o espelho pela parede do banheiro. Também é possível unir essas duas alternativas, dando um toque moderno ao espaço.

Se a pia estiver disposta em uma área em “U”, aproveite para aplicar espelho nas 3 paredes e ampliar ainda mais o banheiro. Isso vale para todas as paredes em esquina nas quais a instalação de espelho é viável.

Além de garantir a ampliação do espaço, o espelho no banheiro é essencial para dar a personalidade desejada ao ambiente, abusando de diferentes formatos e molduras — espelhos venezianos, iluminação e bisotê, por exemplo.










Hall ou corredor

Outra dica é o espelho pendurado no hall e corredor. Se o seu apartamento ou casa tem um corredor pequeno e estreito, aproveite um ou dois espelhos em diferentes posições para fazer um jogo de reflexos e ampliar o espaço.

No entanto, não deixe os espelhos ali para refletirem somente o branco da parede. Escolha flores, quadros, fotos, ou qualquer decoração atrativa que possa ter sua beleza compartilhada também pelo reflexo do espelho.
Decore com espelhos emoldurados

Muitas vezes, a adaptação do acessório ao ambiente se dá por meio de uma moldura. Salas e banheiros, por exemplo, podem receber o toque decorativo que faltava com a escolha da moldura correta.

Largas, finas, modernas, rústicas, clássicas ou tradicionais, as opções são muitas. O importante é escolher a mais adequada ao estilo do cômodo onde o espelho será disposto.

Ao dobrar o tamanho do espaço, um espelho chama muita atenção para si próprio. Por isso, deve ser um elemento decorativo que converse com o ambiente em que se insere. Não existem regras para estabelecer essa harmonia, mas seguem algumas sugestões para você se inspirar:

  • Molduras com cores e formas mais discretas para ambientes mais carregados e coloridos;
  • Tons mais chamativos para ambientes limpos e sóbrios;
  • Molduras de madeira para ambientes com ar aconchegante e menos modernizado;
  • Molduras de metal para ambientes modernos e elegantes;
  • Molduras de plástico para soluções mais versáteis;
  • Molduras rebuscadas de ferro ou de madeira para decorar cantinhos esquecidos da casa, como aparadores.

Diferentes materiais, estilos, cores e formas compõem as opções de molduras. Há sempre aquela que combina com a decoração do meio onde será introduzida, seja ele vintage, colonial, romântico ou mais descontraído.

Contudo, o aspecto decorativo de um espelho também pode ser evidenciado por outras propostas que dispensam o uso de molduras. Técnicas como o bisotê trabalham as bordas do espelho com angulações diferenciadas e com chanfrados, compondo uma moldura com o próprio material espelhado.

Decore com espelhos criativos

Espelhos podem ser moldados nas mais diferentes formas e tamanhos, que também contribuem para sua função decorativa. Mostramos, abaixo, algumas sugestões que você pode adotar de acordo com o ambiente onde o elemento será introduzido:
  • Os quadrados combinam com ambientes mais formais e organizados;
  • Os retangulares são ideais para ambientes pequenos, já que tendem a ser maiores;
  • Os redondos combinam com ambientes descontraídos ou delicados e também são ótimos para dar destaque a algo específico;
  • Os que têm motivos geométricos em forma de triângulos, hexágonos ou octógonos são ótimos para decorar gerando mosaicos de composição abstrata com aspecto original, psicodélico e curioso;
  • Os irregulares são ideais para ambientes descontraídos e para gerar uma dinâmica de movimentação no espaço;
  • Os grandes conferem elegância ao ambiente e maior sensação de amplitude;
  • Os médios dão percepção de conforto;
  • Os pequenos são ideais para completar a decoração do ambiente de forma discreta.


Decore com espelhos bem posicionados

Ao posicionar o espelho em qualquer ambiente, é importante pensar na harmonia do espaço, que pode ser prejudicada com a disposição de itens reflexivos próximos uns dos outros.

A sensação de amplitude gerada por espelhos acaba se tornando carregada quando explorada em excesso, especialmente em ambientes que já são bastante decorados. Por isso, não aproxime o espelho a uma mesa ou outros objetos espelhados, por exemplo.

Também evite pendurar espelhos pequenos isolados em grandes paredes desocupadas. Nesse caso, faça uma composição com mais peças. Uma solução para esse problema é preencher a parede agrupando espelhos com motivos geométricos em um mosaico, por exemplo.

Buscando sempre a harmonia do ambiente, é possível ousar em relação ao posicionamento do espelho de diferentes maneiras. Uma possibilidade é posicioná-lo atrás de móveis como aparadores e até mesmo sofás. Nesse caso, adote os modelos maiores.

Também não se prenda a pendurá-los nas paredes. Você pode simplesmente encostar a peça para que ela fique ligeiramente inclinada, de modo a refletir objetos mais altos.

Decore com espelhos, mas, ao escolher o seu, seja criativo e busque preservar a harmonia do ambiente.

segunda-feira, junho 05, 2017

Quando o jardim se une a piscina



Em diferentes regiões do país, na cidade, na praia ou na serra, paisagistas renomados concebem jardins com piscina que reforçam nossa identidade tropical e incorporam outras referências. Em comum, a ideia do lazer absoluto junto à natureza.


Com aura de hotel, por Daniel Nunes

A piscina, de 20 x 40 m, estava degradada. Coube ao paisagista Daniel Nunes pensar a reforma da área de lazer da fazenda de café próxima a Campinas, SP. “A ideia foi fazer a releitura de uma piscina de hotel, oferecendo a mesma gama de serviços e com os apoios à altura da sua escala”, sintetiza. Para combinar coma piscina enorme, o jardim estético, funcional. De um lado, gazebos em forma de cubo (estrutura de metal revestida de pele de cumaru) e chaises, e, de outro, canteiros trabalhados com topiaria. Há também um diálogo entre chaises, gazebos e bancos de cimento, amarelos, de desenho orgânico. “Uma homenagem às formas modernistas de arquitetura”, revela. Daniel preservou o quanto pôde as palmeiras nativas, acrescentando espécies como viburno, azaleia, íris, murta e pata-de-elefante. “Todas a uma distância considerável da piscina para não interferir na visão ampla da obra”, ressalvou.
_________________________________________________________________________


Versão praiana de paraíso, por Alex Hanazaki

É um jardim trabalhado há anos pelo paisagista Alex Hanazaki, hoje em meio à terceira reforma na casa de Ilhabela, no litoral paulista. “A aposta foi o tropicalismo, organizado com dedo oriental”, diz Alex. Entre as espécies, destaque para os pândanos, que servem de escultura na área de lazer, delimitando níveis – das piscinas e do deque de estar, com chaises para contemplar a paisagem. Alex projetou as piscinas de modo a aproveitar o declive do terreno – o spa está instalado acima do espelho-d’água, seguido pela piscina de 1,40 m de profundidade, todos revestidos de pastilha verde da atlas. Em outro patamar do jardim, próximo às pedras e ao mar, o deque com mesas parece servir de palco à ikebana natural, o chapéu-de-sol. “Deixei que o desnível de 8 m fosse camuflado pela natureza”, conta Hanazaki, que usou bromélias, costela-de-adão e palmeiras como “enfeite”.
_________________________________________________________________________

Europeu com viço tropical, por Gilberto Elkis

A casa de linhas portuguesas, na Chácara Flora, em São Paulo, necessitava de reparos – a piscina, elíptica, não contentava o cliente. Para dar conta do trabalho, entraram em cena o arquiteto Ugo di Pace e o paisagista Gilberto Elkis. A piscina se tornou retangular e revestida de cerâmica azul, por escolha de Ugo. Quanto à vegetação, já existiam árvores de todas as idades no terreno, caso das palmeiras de 10 m de altura e das espécies de um bosque, nos fundos. Elkis adaptou a exuberância tropical ao estilo inglês de paisagismo. Buxos trabalhados com topiaria embelezam as margens da piscina, enquanto a borda molhada, nas laterais, ganha canteiros de guaimbê. Lavandas florescem em vasos de barro e orquídeas, nos troncos das palmeiras. As chaises de ferro, com almofadas azuis, são também sugestão do paisagista.
_________________________________________________________________________

Recriar o rio e a mata, por Rodrigo Oliveira

O paisagista Rodrigo Oliveira está habituado a encarar os pedidos de Isay Weinfeld. Desta vez, ele quis que fosse criada uma “mata” ao lado do espelho-d’água, que deveria remeter a um leito de rio. Nesta casa do Morumbi, em São Paulo, Oliveira concebeu um jardim “que dá a impressão de não ter sido imposto pela mão do homem”. Monocromático, com o charme das folhas de desenhos e texturas diferentes, tem parede formada de palmeira, manacá-da-serra, cássia-javanesa e quaresmeira, entre outras. “As plantas crescem e criam sombra sobre a piscina, intensificando o clima de mata”, diz. Revestida de pastilhas da Vidrotil, a piscina conta com deque e ofurô. Margeada por grama-esmeralda, apresenta um caminho de pedra caverna, referência ao conceito de “rio”. Em todo o terreno em declive, repetem-se as espécies tropicais, afora o bambuzal de 12 m de altura.
_________________________________________________________________________

No tom da Bahia, por Alex Sá Gomes

É um prazer para o baiano Alex Sá Gomes fazer parceria com o conterrâneo David Bastos. “A arquitetura dele valoriza o trabalho do paisagista”, diz. Esta casa em Trancoso, BA, retrata esse entrosamento: arquitetura e paisagismo conversam segundo o “estilo tropical da Bahia, que aproveita as espécies nativas, como a palmeira-jerivá e a helicônia, e emprega a paisagem do entorno, caso da aroeira”. Neste projeto, grandes extensões do terreno (são 2 mil m² de jardins) mantêm-se limpas. A piscina, que Bastos desenhou de forma retangular, ganhou deque de cumaru e área de hidromassagem e sugeriu ambientações a Sá Gomes. É o caso da área destinada ao chuveiro, com cicas em vasos de terracota – em Trancoso, há muito sol e chuva para a saúde do jardim.
_________________________________________________________________________

Sobre a metrópole, por Luiz Carlos Orsini

O trabalho paisagístico, na cobertura de 300 m² da Vila Nova Conceição, em São Paulo, ficou pronto no final de 2012. “Existia um jardim ‘vencido’, daí ter sido deitado abaixo”, conta o paisagista Luiz Carlos Orsini. O desejo do proprietário era ter uma área verde com apelo tropical. “Com folhagem, capaz de preservar a intimidade”, detalha. Em acordo como arquiteto Roberto Migotto (que assina a renovação interna e externa do imóvel, caso do projeto da piscina com spa), o paisagista criou a parede verde de 70 m² na lateral da piscina, com liríopes, trepadeira falsa-vinha e aspargos. Instalou ainda, em um canto dela, o espelho escuro que reflete o skyline. Dracenas arbóreas “camuflam” os prédios próximos, enquanto filodendros-xanadu margeiam a parede verde, contraponto ao preto do deque. Espaço surpreendente, no 20º andar.
_________________________________________________________________________

Moldura para o verde da serra, por Daniela Infante

O casal com filhos queria um generoso gramado em torno da piscina e um jardim contemporâneo nesta casa em Itaipava, na Serra dos Órgãos, RJ. “Dei preferência ao verde em lugar da cor, com espécies de fácil manutenção ao longo do ano”, salienta Daniela Infante, responsável pelo projeto paisagístico. Casa e piscina (revestida de pastilhas da Vidrotil e rodeada de placas de granito) são obras de Miguel Pinto Guimarães, arquiteto que explorou o terreno íngreme, implantando nos fundos a área de múltiplas funções a quase mil metros de altura. “Só a piscina está em uma laje 12 m acima do nível da terra, o que dá a sensação de proximidade das copas das árvores”, diz Daniela. A paisagista soube fazer da vegetação serrana a principal estrela ao acrescentar estrelítzias e dianelas, afora o pândano central.
_________________________________________________________________________

Entre o descanso e o movimento, por Marcelo Belloto

Há um quê de onírico neste jardim em Camburi, litoral norte paulista, acentuado pelo cortinado de voile que adorna as áreas de descanso sobre tablados, duas voltadas para a praia e uma no espaço da piscina. Tudo o que aqui se destaca é criação de Marcelo Bellotto, que se entende um “arquiteto de exteriores capaz de determinar o layout da piscina, as áreas de circulação e lazer, os jardins etc.”, como se descreve. Deste endereço, pertencente a um hotel, ele reconstruiu a paisagem nativa no terreno de ligeiro declive com coqueiros, helicônias, jasmim-manga e chapéus-de-sol, a caminho da praia. Criou opções de bem-estar, propondo ora relaxamento, com os tais bangalôs, ora movimento, por meio de piscinas de diferentes profundidades. Desenvolveu, ainda, materiais de textura e coloração adequadas ao projeto, caso do piso de concreto que recorta a grama-esmeralda.

*Matéria publicada em Casa Vogue #328